Antônio Pequeno

O grande poeta da Pipa

Há um certo tempo estamos coletando os mais diversos subsídios que possam representar a Memória Cultural de Praia da Pipa. Neste momento, ouvimos comentários sobre lendas, como a do “Morro dos Amores”, a da “Pedra do Moleque”, a do “Cavalo de Ouro”; histórias de trancoso, de pescador, de lobisomem, das minas encantadas, desencantadas ou “tiradas”, como a “Mina do Pé de Trapiá”, a mais famosa e temível de todas as minas, por ser mal-assombrada; encontramos informações sobre os mais divesos aspectos da vida cultural pipiana e em alguns documentos, datados do século passado, percebemos que já existiam pessoas possuidoras de uma excelente caligrafia em Praia de Pipa e mulheres “letradas”, como Moça de Pedro e Joana de Luíza, leitora da obra “A Historia de Carlos Magno e dos Doze Pares de França”.

A Poesia, como representação da alma do povo, floresceu desde fins do século passado ou início deste século, com vários poetas, principalmente Antônio de Moça de Pedro com suas “Loas” de “Bois de Reis”, como “O Nascimento do Aurora” e “Eu Vi”. Ao lados das lendas, na década de 20, aparecem os primeiros versos do poeta Antônio José Marinho, o famoso Antônio Pequeno, que exerceu cargos de Delegado Escolar a Sub-Delegado de Polícia no Distrito Policial da Praia de Pipa.Na década de 40, surgem os primeiros “dramas” ou “Peças” dramaticos musicais, e os “motes”, ou versos políticos, escritos à época de eleições, representados, sobretudo, pelo poeta-motista José Fidelis da Costa.

O Maior Pipiano, no entanto, Antônio José Marinho, o filho, começou a criar seus versos, musicados, a partir da década de 50.

texto: Francisco Fernandes Marinho

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